sábado, 5 de maio de 2012

Re-nascer


Re-NASCER

"O outro é um vazio (a ser ocupado? Pode ser preenchido? )
O outro é platéia ou palco? Não sei.
Depende do olhar que joga para nós.
Depende também do papel que representamos juntos,
ou um para o outro
Acima de tudo (é preciso não esquecer):
O outro é alguém como nós
representando seu papel no palco da vida.
Nem sempre escolhemos o que iremos representar
Mas podemos escolher como vamos (representá-lo)
Aplaudidos ou não, nem sempre isso importa.
O IMPORTANTE, O ESSENCIAL
é saber que é apenas uma representação.
Que o melhor de nós,
nossa parte mais sincera, mais real,
só a nós pertence
E papel nenhum,
Nunca palco,
Jamais platéia alguma
pode ou poderá roubar."

Amanda Rodrigues

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Por que as mulheres traem, ou por que os homens são traídos... (Arnaldo Jabor)





Para ser sincera, não gosto do Arnaldo Jabor, mas achei este texto interessantíssimo, embora não concorde com muitas coisas ditas no texto. Vou escrever os comentários na próxima postagem, pois ficou muito grande e ainda não digitei.
Como disse antes, tô com preguiça de digitar o texto q fiz, mas queria adiantar uma coisa: O grande problema dos relacionamentos, e a maior causa de traíções e afins, é a falta de diálogo, logo, de re-lação.
Em vez de conversar ou desistir de alguém que se recusa a dialogar, as pessoas preferem fingir que vivem um relacionamento e suplantá-lo de mentiras, mal-entendeidos e silêncios. Amigas, se o querido está fazendo algo que te desagrada, converse com ele. Se ele se recusar a diálogar, termine. É melhor se despedir com a consciência limpa, certa de que fez o melhor e o mais correto. Como disse a Cristiane Sita, no texto "Sobre conselhos para as mulheres", não se nivele por baixo: "Se não deu certo, você sai com sua consciência limpa e não se nivelou por baixo entre os não-carinhosos e insensíveis." Traição é a quebra de um contrato pré estabelecido. Se vocês combinaram que um é só do outro, cumpram. Não queiram se rebaixar para se sentirem vingadas. Vocês só vão estar sendo iguais a eles....

Deleitem-se ^.^
Às amigas e amigos modernos: não deixem de ler.
Para as mulheres, uma verdade! Para os homens, a realidade!
Você, homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o
"nível" intelectual, cultural e, principalmente,"liberal" de sua mulher,
namorada etc...
Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser
traído - ou nos termos usuais - "corneado".
Saiba de uma coisa... Esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer
é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais, evitar que isso aconteça
- ou então -assumir seu "chifre" em alto e bom som.
Você deve estar perguntando por que eu gastaria meu precioso tempo
falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem-me
chamando a atenção já há tempos. Mas o que seria uma "mulher moderna"?
A principio, seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem
tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o
trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é
corajosa, companheira, confidente, amante... É aquela que às vezes tem uma
crise súbita de ciúmes, mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que esteja
errada e de correr pros seus braços... É aquela que consegue ao mesmo tempo
ser forte e meiga, desarrumada e linda...
Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de
ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem
doer...
Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres
modernas" pude constatar o pior.
VOCÊ SERÁ (OU É???) "traido", ao menos que:
- Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura.
Antigamente elas choravam. Hoje elas choram, mas depois disso simplesmente
traem, sem dó nem piedade.
- Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios".
Ela tem de saber da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida
neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.
- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar
futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar
atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando
com isso, entretanto, elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e
precisam da "presença masculina". Se não for a sua meu amigo... Bem...
- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele
ex, bom de cama é grandessíssimo.
- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As "mulheres
modernas" têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 30
aos 38 anos, elas pensam - e querem - fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas
é a pura verdade)... Bom, nem precisa dizer que se não for com você...
- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso.
Garanhões maus (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem
são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é
sua ou não é????
- Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher
insegura é uma máquina colocadora de chifres.
- Em hipótese alguma a deixe desconfiar do fato de você estar saindo com
outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão  estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS
"comedor" do que você... Só que o prato principal, bem... Dessa vez é a SUA
mulher.
- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a
qualquer hora? Bem... De repente a recíproca também pode ser verdadeira.
Basta ela, só por um segundo, achar que você merece... Quando você
reparar... Já foi.
- Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia
inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de
antigamente - "dar uma", para depois, virar de lado e simplesmente dormir.
- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair
viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados,
trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito
grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna" não
pode sentir falta dessas coisas... Senão...
Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá
assistência, abre concorrência e perde a preferência".
Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e
tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe
(falemos de qualidade), pense bem, antes de dar alguma dessas "mancadas"...
proteja-a, ame-a, e principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar
milhões de vezes antes de dar bola pra aquele "bonitão" que vive enchendo-a
de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!!
“Quem não se dedica se complica.”



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Quando as mulheres dizem não... E como os homens reagem....



Depois de meses sem postar, abro minhas quase férias com um texto do Ivan Martins, colunista da revista Época e homem (diga-se de passagem). No momento, o último atributo é o mais importante, pois ele escreve um texto que fala sobre o olhar masculino sobre um dos comportamentos femininos que os homens mais odeiam (só perde para a perseguição): a negativa. ''Infelizmente'' os homens vão ter que continuar a presenciá-lo (embora acompanhado de alguns ''Sim'' de vez em quando).
Como representante do sexo feminino fiquei estupefata (ver significado no dicionário, rs) ao descobrir como um Não pode trazer sofrimento a um homem. Por outro lado fiquei decepcionada com os motivos que levam os homens a tal sofrimento. Sei que não dá para generalizar. Nunca. Nunca. A normalidade é uma ilusão estéril e inútil, já dizia o poeta.... Mas ainda sim sei que muitos homens sentem e pensam como este colunista. Certos homens se sentem profundamente traídos ao saírem com uma mulher sem que isso termine em sexo. Não consideram que muitas vezes a mulher sai com um homem para conhecê-lo e ver se ele é interessante suficiente para ser digno de um contato mais íntimo, e que um homem que deseja exclusivamente sexo, ou considera o sexo o principal atrativo para sair com uma mulher, não tem os requisitos básicos para ser considerado interessante.



Claro que o mundo mudou e mulheres também fazem sexo casual, mas isso não significa que por causa disso todos os encontros precisem primeiro ser validados sexualmente, ou seja, uma mulher pode sim estar interessada num homem e não estar afim de dar para ele nos primeiros encontros. Existem vários motivos para uma mulher dizer (ou demonstrar) que não vai ficar com um homem e o total desinteresse é apenas um deles. 
Esse texto me trouxe uma triste conclusão: homens e mulheres ainda agem uns com os outros como se estivessem numa batalha, onde só há lugar para um vencedor. A palavra ''conquista'' já deixa isso claro. É preciso ''sair ganhando'' e ''não perder nada'' principalmente o controle. Conheço inúmeros casais q vivem disputando o ''controle'' da relação e conheço um sem número de homens e mulheres que fazem de tudo para não ''perder o controle'', não se envolver para não sofrerem. Essa construção de valores só traz sofrimento para todos, principalmente por que no fundo ambos queremos ser amados e não nos magoarmos por confiar em alguém.
Conheço poucos casais que conseguiram superar essa lógica e a maior parte deles é composta de casais homoafetivos. E quando são casais hetero, sempre ouço frases que colocam o outro como exceção (fulan@ é diferente d@s outr@s por aí), insinuando que o sexo oposto não é digno de confiança. 
 Provavelmente isso é um sintoma da profunda desconfiança que um gênero sente pelo outro, pois se fosse pura e simplesmente oportunismo não haveria esse descompasso entre relacionamentos homoafetivos e heteroafetivos. Concordo que o individualismo ainda é dominante, mas não é só isso. Desde pequenos somos educados a desconfiar no sexo oposto e tirar dele todas as vantagens possíveis, sejam de ordem material, emocional ou sexual. Queremos viver um encontro amoroso mas ficamos com medo de sermos enganados, aprisionados, roubados. Temos MEDO de sermos tachados de tolos por acreditarmos que podemos viver um relacionamento feliz, justo, responsável, maduro.... Sincero.... Mas a verdade é que Homens e Mulheres desejam encontrar um par digno de receber seu amor e confiança, disso vocês podem ter certeza. 
Para finalizar, gostaria de desejar que nos próximos anos estejamos dispostos a aprender a confiar e respeitar nos nossos pares do sexo oposto. Essa sim será uma conquista onde ambos teremos muito a ganhar.

"Quando pequenos, um forte egoísmo nos protege contra o adoecimento, mas, no final, precisamos começar a amar para não adoecer, e iremos adoecer se, em conseqüência de impedimentos, não pudermos amar. " Sigmund Freud, 1914






Outro dia, durante um jantar, um amigo inclinou-se sobre a mesa e fez cara de quem iria me contar um segredo: 

- Depois dos 55 anos - ele disse - você não come mais todas as mulheres que deseja. 

Eu pisquei de surpresa com a frase inesperada, sorri para ganhar algum tempo e respondi com o espírito que a situação demandava: 

- Ok, então me dê licença que eu só tenho mais cinco anos e preciso aproveitar! 

Rimos vigorosamente, como os homens costumam fazer para espantar a intimidade, e logo depois ele foi embora, sem explicar sua solene conclusão. Saiu, mas me deixou com a sensação de que eu sou um azarado. Desde os 13 anos de idade eu escuto “não”, enquanto ele só descobriu aos 55 o que é ser rejeitado pelas mulheres... 

Aproveito essa história verídica e recente para falar sobre o “não”, palavra onipresente na vida masculina. 

Primeiro é a sua mãe, que balança aquele dedinho proibitivo na frente dos seus olhos desde antes que você tenha dentes.Depois, quando você começa a tentar morder, é a vez da prima ou da vizinha dizer “não, pára com isso!” Eventualmente você cresce, chega à adolescência, e têm início aquelas tentativas canhestras de beijar, apalpar e namorar as garotas. Não, não e não, dizem elas – um som intercalado, de vez em quando, por um “sim” qualificado, restrito e fugidio, que pode tornar-se “não” com enorme facilidade. 

É duro, meninas. 

Vocês não têm ideia das cicatrizes invisíveis que marcam o ego masculino, mais riscado que as costas das baleias e mil vezes batido pela recusa das mulheres. 

Conheci um sedutor famoso e bem-sucedido que costumava repetir um bordão para explicar sua ousadia. “O não eu já tenho”, ele dizia, “qualquer outra coisa é lucro.” 

Nunca consegui concordar com ele.





 

Um homem tem de ter ego de aço para lidar de alma leve com a rejeição. Em gente normal o “não” machuca, embaraça, marca. Você se expõe, é recusado e sofre instantaneamente. Para quem é tímido e orgulhoso, pior: o “não” provoca um calor de vergonha no rosto, seguido de enorme mal estar. É uma espécie física e mental de desconforto que cresce ao redor do repelido. Se o bom-senso fosse um componente frequente do caráter humano, os primeiros sinais dessa débâcle psíquica deveriam ser suficientes para causar a retirada. Mas não. Em vez de encerrar a conversa, o Homo Erectus insiste, ouve “nãos” cada vez mais peremptórios (seguidos por explicações sempre mais francas e didáticas) e acaba por tornar degradante uma situação que era apenas patética. O resultado é moralmente desastroso. 

Há várias formas de dizer não, mas uma única forma de ouvir – com pena de si mesmo e às vezes com raiva. Minha experiência sugere que, por mais gentil que seja a recusa, ela sempre provoca represálias emocionais. 

(Se provocar represália física ou agressão verbal, então se trata de chamar a polícia. Valentões sempre passam melhor a noite na companhia de homens ainda mais rudes que eles, na delegacia.) 

A forma mais normal de represália masculina, eu acho, é a retirada da atenção. Se não vai ter sexo, madame, então não vai ter mais telefonemas, flertes, risadas e a cascata de elogios que costuma acompanhar o desejo masculino. Justo, não? 


Quando a mulher não está interessada em intimidade física, sair com um sujeito interessante sem terminar na cama dele pode ser o melhor programa do mundo. Afinal, o homem empenhado em seduzir é normalmente charmoso e solícito. Dá uma ótima companhia. Ela, que não queria sexo, extrai da ocasião tudo o que desejava. Mas ele, que queria sexo acima de tudo, termina a noite de mãos vazias. Não é uma troca equilibrada. 

Às vezes, por trás da sugestão de “ser apenas amigo”, existe um pedido não verbalizado (e nem necessariamente consciente) de que você continue oferecendo atenção e companhia, mas abra mão do acesso ao corpo dela. Escolha se isso que você quer. 

Claro, pode-se sair uma ou duas vezes com uma fêmea relutante como parte do ritual de cortejo. Mas, uma vez que fique claro que ela não está interessada, dignidade e sensatez recomendam cair fora. 

Um homem confuso pode alegar, com alguma razão, que frequentemente as mulheres emitem sinais ambíguos. Recusam os nossos convites, mas parecem estar deixando uma porta aberta para aceitá-los. Essas situações são exasperantes e costumam deixar os homens frustrados e cativos. 

Nesses casos, eu recomendo romper o círculo da dependência. Se a criatura está verdadeiramente indecisa, ou se manipula conscientemente o desejo masculino, de qualquer forma é melhor deixá-la sozinha para pensar. Diga não à sedução histérica. Se não funcionar, ao menos permite que você dedique seu curto tempo sobre a Terra a pessoas mais receptivas. 

As estatísticas internacionais sugerem que as pessoas não mudam de ideia com freqüência quanto ao desejo. Atração é uma coisa rápida. Ninguém precisa de cinco noites jantando fora ou meses de convívio para descobrir que tem vontade de transar com alguém. Eu pelo menos nunca precisei. E as mulheres com quem eu tive relações bonitas tampouco precisaram. 
 
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

quarta-feira, 30 de março de 2011

A arte de ser feliz

A arte de ser feliz 


 Cecília Meireles
 
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

sábado, 12 de março de 2011

‎" Há pessoas que nos roubam... Há pessoas que nos devolvem..."



Olá, 
Hoje eu trouxe um texto de uma blogueira como eu, apelidada Bridget Jones. Seu blog é muito interessante, chama-se "Sou pára-raio de doido" e fala dos encontros e desencontros sentimentais e os ''doidos'' que aparecem na sua vida e na da outra autora, Lee Holloway
Eu costumo dizer que bato palma pra maluco dançar pois tem sempre um monte deles no meu encalço... Só que no meu caso, os tais geralmente são transeuntes, pessoas que atravessam minha existência rapidamente, como camelôs, passageiros de ônibus, pessoas nas filas da vida, etc etc. Eles sempre enriquecem meu mundo, trazendo alguma coisa que eu nunca encontraria sem a ajuda dos tais. Enfim, é por isso que sou leitora assídua do http://soupararaiodedoido.blogspot.com/ .
O texto não retrata o perfil do blog citado, que tem mais pitadas de humor do que de amor, mas eu o escolhi pois o Jornadas da Alma tem como um de seus principais temas os relacionamentos afetivos, com seus desfechos e desabertos que são sempre inesperados. E esta postagem fala sobre isso: desfechos, desabertos e encontros e desencontros, aqueles que acontecem todo dia, todo instante, com todo mundo.



Você já teve que renunciar um sentimento por causa das circustâncias? Esquecer alguém, romper um contato ou coisa do tipo?


Eu já.


É difícil, é complicado, é doloroso, mas nunca ninguém morreu disso. Depois passa, a gente segue a vida, conhece outras pessoas e continua. Aquele amor (ou o que tenha sido) que foi renunciado, sublimado, colocado para baixo do tapete, vira uma simples lembrança (às vezes não tão simples) que acompanha a nossa vida, mas não acompanha os acontecimentos frenéticos dela. Torna-se apenas uma nostálgica gravura, pendurada na parede das recordações.

Junção de quadro de Claude Monet com o de Pál Szinyei Merse 


Tentamos substituir aquela gravura antiga por algo mais recente, mais moderno, mais alegre, porém, só trocamos a gravura de lugar, para que ela não fique numa posição tão visível para nós. Tentamos, mas ela permanece ali. Na parede das recordações.


Um certo dia, encontramos o quadro perfeito para figurar o centro da nossa sala. Aquele gigante, para ser pendurado em cima da lareira (isso pode ter parecido brega, mas eu não sou decoradora de interiores, certo? Certo.). E aí, todas as outras gravuras são realocadas (algumas até descartadas), de forma que a pintura principal fique ali, disposta de forma harmoniosa, em conjunto com todo o resto. Quase não sobrou espaço, mas aquela nostálgica gravura permanece ali.


Eu tenho esta gravura.




Não tenho o quadro principal, não sei ainda a disposição de todas as obras na minha parede de recordações, não faço idéia de como eu vou alocá-las todas. Mas ela vai sempre permanecer ali. É minha única certeza.
Nota da Autora: Não é um texto convencional aqui do blog. Mas eu precisava postá-lo. Não é longo, não é profundo, nem tem nenhuma pretensão. Mas eu precisava. E compartilhar isso com vocês todos é um presente.
Para ler ouvindo: Wish you were here do Pink Floyd. Tem um motivo muito especial para ser esta música (e os espertinhos que vierem dizer que é uma musica "política", já fiquem sabendo que eu sei disso).


segunda-feira, 7 de março de 2011

A cabra vadia e o amante (Conexões entre Nelson Rodrigues e Marguerite Duras)





Estou postando um conto de Nelson Rodrigues que fala da dificuldade, da quase impossibilidade dos encontros amorosos. De fato,  hoje concordo com ele. Quando falo de encontro amoroso, falo daqueles que nos tiram de órbita fazendo penetrar no universo da paixão mas não param por aí. Encontro tem afinidade, muitos ''NOSSA, MAS EU TAMBÉM'', muitos risos, alegria pela presença, divertimento que aparece mesmo quando fazemos nada com a pessoa, principalmente quando fazemos Nada. Fazer nada pode ser caminhar pela praia ou por Madureira e achar que é bom por que quem está ao seu lado é especial. Por que com ou sem palavras o dia fica mais feliz com el@. Tem também beijo, saliva, língua, cabelo, mão.... Tem briga também, mas tem maturidade e sentimento para atravessá-las. Encontro assim é difícil. Tem muita gente junta por aí, muitos casais apaixonados, alguns que se amam ou que aprenderam a se amar, outros que se aturam, mas encontros são poucos.






Certo dia eu estava conversando com uma grande amiga e sua mãe, falávamos sobre relacionamentos e a mãe dela disse: ''se eu pudesse escolher hoje com quem eu casaria, eu casaria de novo com meu marido''. Ela disse isso depois de quase trinta anos de casados, depois de brigas e algumas lágrimas e dissabores. Depois de ter atravessado dificuldades, conhecido todos os defeitos, inclusive depois de saber que seu marido já tivera relacionamentos extra conjugais. ''Eu amo meu marido e gosto de estar junto dele mesmo depois de todos esses anos. Principalmente depois de todos esses anos, pois passadas as inseguranças, as cobranças sociais e a imaturidades consigo aproveitar muito mais. Temos um relacionamento melhor hoje do que quando eramos jovens e imaturos.
Sabe, não era por comodismo, falta de opção, ou medo da solidão. Era encontro mesmo. Ainda me emociono com essa história. Como aspirante a psicóloga e futura terapeuta de casal acredito que a felicidade conjugal depende da felicidade pessoal. Ninguém é capaz de nos fazer felizes, somos nós que temos que aprender a viver com nossas angústias e solidões, acolhe-las como parte da existência e entender que ser feliz não significa que nunca nos sentiremos tristes ou sozinhos. Acho também que é perfeitamente possível casais se apaixonarem e/ou se amarem e serem felizes mesmo sem o tal encontro. Até por que, pelo que pude observar por aí, ENCONTRO de verdade é mesmo muito difícil.
Para muitos fica a dúvida se vale a pena esperar por um encontro que pode nunca acontecer, ou que pode acontecer e mesmo assim não ser garantia de permanência, nem de que a tal pessoa fará parte da nossa vida por tempo indeterminado. Acho que cada um tem que buscar sua resposta, pois a felicidade está aí em ambos os caminhos. Como não existe o caminho certo, o que conta nesses momentos é saber qual nos trará mais satisfação pessoal e a sensação de que somos livres para escolher quais caminhos iremos trilhar.


Imagens do filme L'amant de Marguerite Duras, que conta uma história autobiográfica desses (DES)encontros amorosos.




Certo milionário brasileiro foi traído pela esposa.
Quis gritar, mas a infiel disse-lhe sem medo: – “Eu não
amo você, nem você a mim. Não temos nenhum amor a
trair”. O marido baixou a cabeça. Doeu-lhe, porém, o
escândalo. Resolveu viajar para a china, certo de que a
distância é o esquecimento. Primeiro, andou em Hong
Kong. Um dia, apanhou o automóvel e correu como um
louco. Foi parar quase na fronteira com a china. Desce e
percorre, a pé, uma aldeia miserável. Viu, por toda a
parte, as faces escavadas da fome. Até que entra na
primeira porta. Tinha sede e queria beber. Olhou aquela
miséria abjeta. E, súbito, vê surgir, como um milagre,
uma menina linda, linda. Aquela beleza absurda, no meio
de sordidez tamanha, parecia um delírio. O amor começou
ali. Um amor que não tinha fim, nem princípio, que
começara muito antes e continuaria muito depois. Não
houve uma palavra entre os dois, nunca. Um não conhecia
a língua do outro. Mas, pouco a pouco, o brasileiro foi
percebendo esta verdade: –são as palavras que separam.




Durou um ano o amor sem palavras. Os dois formavam
um maravilhoso ser único. Até que, de repente, o
brasileiro teve que voltar para o Brasil. Foi também um
adeus sem palavras. Quando embarcou, ele a viu num
junco que queria seguir o navio eternamente. Ele ficou
muito tempo olhando. Depois não viu mais o junco. A
menina não voltou. Morreu só, tão só. Passou de um
silêncio a outro silêncio mais profundo.
(RODRIGUES, Nelson. A cabra vadia: novas confissões. São Paulo:
companhia de Letras, 1995)


domingo, 27 de fevereiro de 2011

''Só o amor é real" Brian Weis




Estava dando uma olhadela pelos Best Sellers do momento e encontrei esse livro. Sei que no mundo dos ''intelectuais'' das áreas humanas, não há muito espaço para livros de auto-ajuda ou Best Sellers, mas isso pouco me importa. Todo radicalismo trás aprisionamento, por isso só ler determinado tipo de obra ou nunca ler determinado estilo literário é apenas uma forma de se fechar ao novo, à surpresa, ao diferente.... E cá pra nós, viver assim deve ser uma monotonia tremenda...
Como acredito em vidas passadas gostei muito do modo como ele aborda o tema almas gêmeas. Embora ele acabe pendendo para a descrição de uma história de amor romântico, o livro explica que almas gêmeas, não são metades que se separaram, mas sim espíritos que se conhecem de longa data e têm grande afinidade espiritual. Por esse motivo acho errôneo usar o termo almas-gêmeas, prefiro chamá-las de almas irmãs. Estas são aquelas pessoas especiais, que passam por nós e deixam para sempre sua marca.
 Infelizmente podem estar mais apegadas a matéria que nós, podem estar num processo de evolução espiritual muito abaixo do nosso e trazer muitos dissabores. É gente, alma gêmea não trás só boas lembranças não. Mas aí, podemos tentar dar uma ajudinha no processo de amadurecimento espiritual d@ querid@. Se el@ quiser esta ajuda.
Outras almas-gêmeas estarão espiritualmente mais adiantadas que nós, e poderão nos encontrar sob a forma de espírito, nos velando e auxiliando nas provas existenciais, ou então poderão ser pessoas, de carne e espírito como nós e que cruzam nosso caminho na nossa travessia na Terra. 
Elas podem ser aquele amig@ querid@ que só com um olhar é capaz aliviar nossas dores, um(a) filh@ que sentimos conhecer muito antes do nascimento, ou então o amigo namorado, que é a forma mais conhecida de alma-irmã, e a mais cantada no mundo moderno e pós-moderno. 
Enfim, deixo vocês com um trecho do livro que fala da definição de alma-gêmea.


Deleitem-se





“Tudo é amor... tudo é amor. Com o amor vem a compreensão e, com ela, a paciência. E então o tempo pára. E tudo é agora.”


Para cada um de nós, existe alguma pessoa especial. Muitas vezes, existem duas, três, ou mesmo quatro. Todas vêm de gerações diferentes.
Atravessam oceanos de tempos e profundidades celestiais para estarem connosco novamente. Vêm do outro lado do céu.
Podem parecer diferentes, mas o nosso coração reconhece-as. Nosso coração abrigou-as nos braços em tempos antigos.
Marchamos juntos nos exércitos de generais guerreiros que a História esqueceu, e vivemos com elas nas cavernas cobertas de areia dos Homens Antigos.
Há entre eles e nós um laço eterno, que nunca nos deixa sós.
A nossa mente pode interferir. "Eu não te conheço". Mas o coração sabe.
Ela toma a nossa mão pela "primeira" vez, e a lembrança daquele toque transcende o tempo e faz disparar uma corrente que percorre todos os átomos do nosso ser.
Ela olha nos nossos olhos e vemos um espírito que nos vem acompanhando há séculos.
Há uma estranha sensação no nosso estômago. A nossa pele arrepia-se. Tudo o que existe fora desse momento perde a importância.
Ela pode não nos reconhecer, muito embora tenhamos finalmente nos reencontrado, embora a conheçamos. Sentimos a ligação. Vemos o potencial, o futuro.
Mas ela não o vê. Temores, racionalizações, problemas cobrem-lhe os olhos com um véu. Ela não permite que afastemos o véu.
Choramos e sofremos, mas ela vai-se . A "natureza" tem os seus caprichos.
Quando os dois se reconhecem, nenhum vulcão é capaz de explodir com força igual.
O reconhecimento do espírito pode ser imediato.
Uma súbita sensação de familiaridade, de conhecer aquela pessoa em níveis mais profundos do que a mente consciente poderia alcançar. Em níveis geralmente reservados aos mais íntimos membros da família.
Ou ainda mais profundos.
Sabemos intuitivamente o que dizer, como ele vai reagir. Um sentimento de segurança e uma confiança muito maior do que se poderia atingir em apenas um dia, uma semana ou um mês.
O reconhecimento da alma pode ser subtil e lento. Um despertar da consciência à medida em que o véu se vai aos poucos levantando. Nem todos estão prontos para ver imediatamente. Há um ritmo nisto tudo, e a paciência pode ser necessária àquele que percebe primeiro.
Um olhar, um sonho, uma lembrança, uma sensação podem fazer com que despertemos para a presença do espírito.
O toque de suas mãos ou o beijo de seus lábios pode nos despertar e projetar-nos subitamente de volta à vida.
O toque que nos desperta pode ser de um filho, de um pai, de uma mãe, de um irmão ou de um amigo leal.
Ou pode ser da pessoa a quem amamos, que atravessa os séculos para nos beijar mais uma vez e lembrar-nos de que estamos juntos sempre, até o fim dos tempos.
Do livro "Só O Amor É Real", de Brian Weiss




sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Não apresse o Rio, ele corre por si mesmo (principalmente no carnaval...)



Frederico Auriga / Fernando Carnevale


Como diria Crowley: "Todo homem e toda mulher é uma Estrela", ou seja, cada um tem um curso natural, uma trajetória pessoal que o conduz a felicidade. Crowley usa a expressão cumprir a nossa VERDADEIRA VONTADE, a vontade que emana de nosso verdadeiro ser, que ele chama de Sagrado Anjo Guardião, ou do nosso Deus Interior, de nossa Estrela Interior.

A questão é como descobrir essa vontade verdadeira. A Estrela a brilhar nos indica que algo em nossa vida está nos apontando claramente qual o caminho a seguir. O caminho a seguir é aquele caminho que nos faz felizes, que não envolve esforço ou sacrifício para ser seguido, simplesmente porque ele corresponde a nossa verdadeira natureza, simplesmente porque as coisas fluem, tal como na carta da Estrela, onde uma mulher despeja no rio da vida dois vasos de água.





Agir assim envolve uma quebra de paradigmas com relação ao comportamento que o sistema que nos escraviza implantou em nós. O sistema sempre dá valor ao sofrimento, ao esforço, ao sacrifício, ao excesso estressante. O sistema nos obriga a pautar nossa vida por comparação com o o outro, com o vizinho, fazendo-nos cair na armadilha da inveja, da competição e do esquecimento de nós mesmos. Libertemo-nos desses padrões! Descubramos em nós aquilo que nos faz felizes, não porque disseram, mas porque sentimos que isso é o certo, isso é o que nos faz bem.

A Estrela fala de um equilíbrio suave, sem stress e sem ser irresponsável.

Não importa as dificuldades que estejamos enfrentando, há algo que nos faz ver sempre o lado positivo das coisas e nos mostra que esse é o caminho a seguir.

Lembrei, de repente, do título de um antigo livro usado na Faculdade de Psicologia:

Não apresse o rio, ele flui por si mesmo.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pequenas imperfeições

Oi Amanda, oi pessoal,

Já estou há muito tempo sem postar nada aqui, e nem em nenhum outro lugar. Hoje estou retomando minhas atividades blogueiras. Revirando minhas coisas achei esse texto que tem muito a ver com o post que eu recém-publiquei no Desconcordo. O título era outro originalmente: O que era certo, mas dado o parentesco com o outro texto, resolvi adaptá-lo, o que já é uma alteração importante num escrito.


Pequenas imperfeições

Eu sempre fiz o que pensei ser o certo. Mas nunca era certo o bastante. E por vezes ainda tive escutar de alguns: ah! não existe isso de “o certo”, “o errado”. No entanto todos esses me censuravam, e esta censura já mostrava o quanto se achavam “certos” e eu “errado”.

Nem sempre fiz o que pensei ser certo. Houve vezes que escapuli a esta regra. E mentiria dizendo que as escapulidas foram involuntárias. Não foram. Em sua quase totalidade foram muito bem calculadas, ainda que os cálculos tenha sido frustrados o mais das vezes.

E quando eu fazia o que era errado... era uma uma dupla volúpia que me consumia. A embriaguez do erro, a voracidade da culpa. E havia tormento e consolo nisso. Havia empatia.

E quando eu fazia o que era certo... era como se eu fosse estrangeiro. Podiam entender a língua que eu falava e o meu sotaque, mas era sabido que eu não era um deles, que eu não era um de nós.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

E se a Rainha de espadas falasse....




Rainha de Espadas - Tarô Café Tarot
Tenho um escudo contra o meu ventre. E sob este escudo há uma cicatriz. Talvez eu tenha sacrificado as minhas vísceras? Não me deixo levar por necessidades, por desejos ou por emoções. Vivo na minha mente. Espero aqui um ser que reconheça a minha inteligência, a minha mente. A transcendência é o meu ideal. Fora da carne, fora da matéria, através do estado andrógino é que poderei ultrapassar as ciladas do pensamento para alcançar aquele centro impessoal que é a Consciência cósmica. Conseguirei tal feito? Conseguirei esquecer de mim mesma? Sou a minha inimiga. A minha única sabedoria é a sabedoria da impermanência. A minha única realização seria a realização da vacuidade. Da integração com o Todo.

Alejandro Jodorowskyhttp://www.cafetarot.com.br/2010/09/e-se-rainha-de-espadas-falasse.html

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SER FELIZ



A vida da gente é realmente muito dura,
quase ninguém vem a este mundo a passeio.

A maioria vem a trabalho.
E trabalho significa mudar as coisas.

Coisas que não estão certas,
coisas que queremos que sejam melhores
para nós e para os outros.

Mas não adianta tentar consertar o mundo,
e sim a nós mesmos.

Se conseguirmos corrigir em nós
as coisas que sabemos que estão erradas
já teremos cumprido importante tarefa.

Temos que alimentar nossos sonhos...
Devemos sempre sonhar com coisas melhores,
coisas que desejamos realizar. Sonhar e agir. 



Sem ação os sonhos acabam morrendo de inanição.
Dentro de você há toda força que precisa
para fazer tudo o que quer na vida.

Essa força pode estar muito escondida,
mas ela esta lá, esperando que você a descubra...

Espero que você tenha decidido
dar uma virada na sua vida!
Então?

Claro!
Comece por limpar da sua mente
os maus pensamentos.

Apague tudo que não presta dentro de você.
Sim, faça uma limpeza mesmo!

Arraste tudo para o lixo...
A tristeza, o medo,
o pessimismo (esse, então, nem se fala)
e tudo mais que você considerar negativo
e depressivo.

Trate de ter pensamentos positivos.
Você quer fazer sua vida
ou quer que a vida lhe dê a felicidade
como uma benção, de presente?

A felicidade geralmente tem que ser conquistada,
mesmo que para isso tenhamos que sofrer,
chorar, passar por momentos difíceis.

Mas tudo isso acaba e só não consegue ser feliz
quem não tenta ou quem pára de tentar.

Você quer parar de tentar já?
Se não quer, a vida toda pela frente
você terá pra conquistar sua felicidade...

E o que é a felicidade?
Bem, para mim é amar a vida,
amar a si próprio, amar e respeitar as pessoas
que você gosta como a você mesmo.

Mas você é e sempre será seu melhor amigo.
Por isso, desde já faça por você
tudo aquilo que faria pela pessoa mais querida.

Felicidade é compreender que recebemos
essa existência para aprender e não para exigir.

Nossa evolução depende das atitudes que tomamos
diante de cada acontecimento.

A garra em nos ajustarmos às leis da vida
permite que alcancemos a transformação
que nos conduz à felicidade.

Ela está no próprio caminho e não na chegada,
pois ela é dinâmica não estática. 



Felicidade é um estado de espírito,
independe de coisas materiais e de outras pessoas.

Está na sua cabeça e nada nem ninguém
lhe pode privar dela, apenas você mesmo!

Portanto, mãos à obra...
À obra de viver para fazer dos momentos a eternidade,
amando e respeitando nossos irmãos...

Um dia de cada vez.
SEJA MUITO FELIZ !!!